
Razão substitui o fogo artifício.
Caminho pelos corredores da faculdade e lá está ela, a Erva Mate-Se. Perambulo por festas e churrascos, e me persegue novamente a capaz de estapear a pantera sem vara curta. Posso até ficar parado, que ela continua em movimento aleatório e sem rumo. Em cada fresta ou bolso universitário lá está ela, a maconha. Ela que sem escrúpulos te deixa doido(a, ou até sem gênero certo) da vida.
Diretórios estudantis e centros acadêmicos cheirando doce. É a verdade amarga. Há estudantes, teoricamente esclarecidos, que abandonam o princípio da atividade para se tornar princípios ativos. Perdem a gama de possibilidades humanas e limitam-se somente às possibilidades do tetrahidrocanabiol.
Foi relato: Te abre a cabeça, você pensa muito melhor. … Como argumentar com alguém que se constrói em cima de momentos abertos como esse? O que acontece quando pensam que fumando maconha vão salvar o mundo? E um dos meus maiores repúdios: quando a tornam pilar de princípios políticos. Há universitários que enrolam o fumo em folhas do manifesto comunista, que não sabem o verdadeiro significado da social esquerda.
Julgam-se esclarecidos, mas nem se dão ao trabalho de pensar que a liberdade humana é limitada pela própria verdade. Assumem a verdade química. Jamais se descobrirá liberdade nos grilhões Cannabis sativa. Confundir os sentidos é fazer uma viagem sem tirar o pé do chão, há quem ache isso o máximo, mal sabem eles da tamanha queda que estão sujeitos.
Muitos desses incineradores ambulantes de erva são estéticamente devotados a movimentos sociais, enquanto financiam diretamente o tráfico nos momentos inestéticos ou inexistentes, como preferir classificar.
Antes o niilismo e ócio humano ao vazio e torpor embaseados.
Um comentário:
comunicação ainda mais fácil agora.
ou não.
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