quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Nem sei que nada sei



A Federal no status qüota. As privadas cada vez mais privadas, beirando a descarga. Em que buraco vai se meter o universitário? Duas opções: O fundo do poço ou aquele em que esconderá a cabeça ao lado de um avestruz.


Se há cotas negras, que haja também uma nota de corte mínima exigida. Assim o nível se manteria Federal. Aqui no Paraná há muito mais Stormtroopers a Darth Vaders. Quem aqui do Paraná conhece uma empregada doméstica negra que levante as duas mãos, pois precisa se destacar no meio da multidão que mantém as mãos baixas. Catadores de papel tão brancos quanto uma folha A4 sem uso. Observei Recife por onze anos, lá os catadores tem cor de papelão mesmo, eles não são embaladinhos em maços de quinhentas folhas. No Nordeste só vi UMA! empregada doméstica branca. Lá as cotas seriam justas para os brancos, se a razão fosse proporcional.


Quadro: Pipocam as faculdades particulares como espinha em rosto de adolescente. E a qualidade não é muito superior ao conteúdo dessas manifestações hormonais.


A velha guarda dos professores começa a ser demitida por serem custosos demais. Compra-se um novo corpo de professores novos, literalmente. Um recém formado já dá aula do curso que concluiu… sem experiência alguma na profissão! Claro que há aqueles talentos natos. Em algumas cidades precárias do interior basta concluir a sétima série, por exemplo, para que se uma pessoa se torne professor de sétima série. Leitor… alguma semelhança com FACULDADES particulares? Eu jurava que isso era só no interior. E o fato de contratarem péssimos profissionais é dos males o menor das grandes mazelas.


Aluno – A, negação. Luno deriva de Lúmen. Logo aluno significa "sem luz", e para sair da escuridão adquire faculdades (sim, faculdades). A grande maioria, sem importar a cor, sai do ensino sup/inf-erior ainda sem luz. Saem alunos.

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